Para psicólogo, não investimos na felicidade em um relacionamento, mas mesmo assim esperamos que ele seja feliz.
Atrair mais felicidade para a vida afetiva e conseguir mantê-la nem sempre é tarefa fácil para casais. O casamento geralmente começa com muito carinho, sentimento e parceria e, com o tempo, essas qualidades vão ficando cada vez mais escassas na relação. O problema é que muitos desses casais não costumam investir na felicidade em um relacionamento e mesmo assim esperam ansiosamente que o convívio a dois a traga, de acordo com o psicoterapeuta de casais Carlos Messa, autor do livro "Laços e nós – A construção de um relacionamento de alta qualidade" (Editora CLA).
Por isso, defende ele, mais de 80% dos casamentos não são felizes. "Uma parte é claramente infeliz, áspera, ácida, dolorida. Uma grande parcela é insossa, burocrática, conformada. E uma pequena é divertida, saborosa, amorosa", afirma Carlos. Falta investir, segundo constata, em atitudes afetivas no dia a dia que irão trazer mais contentamento para o relacionamento. Tratar sua parceira ou parceiro com muito amor, não deixar de namorar mesmo casado ou casada e saber que é fundamental dizer ao seu parceiro (a) o que está sentindo são táticas que funcionam como imã para atrair mais felicidade e cultivar o amor dentro do casamento.
Para o psicoterapeuta, homens e mulheres precisam descobrir que o relacionamento afetivo é uma grande mudança e não apenas uma viagem a um país desconhecido. Ele defende que a união de duas pessoas formando um par, um casal, no casamento ou no "morar juntos" não precisa ser o fim do amor.
"Dizem que o casamento é o fim do amor. O casamento não deve ser o "fim" do amor no sentido de finalidade, de objetivo. O casamento deve ter um propósito: a continuação do amor, a ampliação dos benefícios que ele traz como felicidade, parceria, apoio, aconchego, família etc.", assegura.
Ele ressalta ainda que o casamento também não deve ser o fim do amor no sentido de encerramento ou término do comportamento amoroso.
"A grande maioria dos casamentos permite que o comportamento amoroso termine depois de dois ou três anos. Quando a expressão amorosa é encerrada, o casamento se torna burocrático ou insípido. E quando apenas um deles expressa o amor, o relacionamento só será bom para um dos componentes do casal. Não deixe isso acontecer", recomenda o psicoterapeuta de casais.
Por isso, defende ele, mais de 80% dos casamentos não são felizes. "Uma parte é claramente infeliz, áspera, ácida, dolorida. Uma grande parcela é insossa, burocrática, conformada. E uma pequena é divertida, saborosa, amorosa", afirma Carlos. Falta investir, segundo constata, em atitudes afetivas no dia a dia que irão trazer mais contentamento para o relacionamento. Tratar sua parceira ou parceiro com muito amor, não deixar de namorar mesmo casado ou casada e saber que é fundamental dizer ao seu parceiro (a) o que está sentindo são táticas que funcionam como imã para atrair mais felicidade e cultivar o amor dentro do casamento.
Para o psicoterapeuta, homens e mulheres precisam descobrir que o relacionamento afetivo é uma grande mudança e não apenas uma viagem a um país desconhecido. Ele defende que a união de duas pessoas formando um par, um casal, no casamento ou no "morar juntos" não precisa ser o fim do amor.
"Dizem que o casamento é o fim do amor. O casamento não deve ser o "fim" do amor no sentido de finalidade, de objetivo. O casamento deve ter um propósito: a continuação do amor, a ampliação dos benefícios que ele traz como felicidade, parceria, apoio, aconchego, família etc.", assegura.
Ele ressalta ainda que o casamento também não deve ser o fim do amor no sentido de encerramento ou término do comportamento amoroso.
"A grande maioria dos casamentos permite que o comportamento amoroso termine depois de dois ou três anos. Quando a expressão amorosa é encerrada, o casamento se torna burocrático ou insípido. E quando apenas um deles expressa o amor, o relacionamento só será bom para um dos componentes do casal. Não deixe isso acontecer", recomenda o psicoterapeuta de casais.
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1/10 - Trate seu par com muito amor
"Trate seu par com muito amor e comporte-se amorosamente com atenção, cuidado, gentileza, respeito e carinho com o objetivo de fazer a outra pessoa se sentir amada. Em um casal, a principal tarefa de cada um é fazer o outro sentir-se amado", reforça o psicoterapeuta de casais Carlos Messa no livro "Laços e nós – A construção de um relacionamento de alta qualidade" (Editora CLA).
2/10 - Não deixe de namorar dentro do seu casamento
De acordo com o especialista, namorar é o jeito mais fácil de manter o contato emocional positivo e a intimidade!
"Observe que as pessoas que dizem que o 'namorar' foi em outra fase da vida, que é coisa de adolescente, têm um casamento insatisfatório. Namorar é sim infantil e adolescente porque namorar é vivenciar emoções e nós, adultos, tememos as emoções. Só saímos da burocracia do casamento se vivenciarmos a emoção e o namoro é a forma que já conhecemos de conseguir isso", afirma.
3/10 - Namorar não é fazer sexo
"O sexo pode acontecer como decorrência do namoro e, por isso, muitas mulheres evitam namorar porque temem que isso sempre leve ao sexo, enquanto muitos homens evitam porque a mulher 'só quer isso' e não sexo. Conversem, esclareçam, conheçam-se mais e entrem num acordo. É preciso reafirmar e fortalecer o vínculo com muita frequência. Namorar é a forma que todos conhecem de fazer isso e, sim, permita que isso termine em sexo muitas vezes", analisa Carlos Messa.
4/10 - O outro precisa saber o que você quer sem cobrar
A outra pessoa precisa saber o que você quer e cabe a ela decidir se é capaz de te oferecer o que você precisa. Por isso, informe, diga o que você não quer, o que não gosta, mas diga também o que você quer e o que você gosta sem cobrar.
"Você pode e deve desejar que o outro te ofereça, mas é ele que escolhe te oferecer. Se não for assim, não será satisfatório para nenhum dos dois, pois você não se sentirá amada (o), já que o outro faz para não ser cobrado, e ele também não se sentirá amado uma vez que suas atitudes não são suficientes para atendê-lo", considera o psicoterapeuta.
5/10 - Informar ao seu par o que está sentindo é fundamental
É fundamental informar ao seu par o que você está sentindo, não só importante! Guardar e depois despejar as emoções sobre a outra pessoa é perigoso, para dizer o mínimo. Para o psicoterapeuta de casais, a frase "Eu sou assim" serve apenas para acobertar a falta de empenho em crescer, desenvolver-se e melhorar.
"Pense: eu 'estou' assim, eu 'ajo assim', mas posso melhorar e agir diferente. Compartilhe com seu par os sentimentos e emoções. Informe o que está sentindo. Isso aproxima, fortalece o vínculo. Ele ou ela poderá ajudá-la (o) a lidar com suas emoções", explica Carlos.
6/10 - Convide seu par para uma conversa séria uma ou duas vezes por semana quando necessário
"Nessa conversa, conte o que te incomodou nos últimos dias, o que não está bem no relacionamento. Converse, compartilhe seu sentimento, mas nunca despeje suas emoções negativas. Converse amorosamente compartilhando um problema que é de ambos (o relacionamento) e buscando uma solução a dois", recomenda o especialista.
7/10 - Nunca aceite o "ele (a) me ama do jeito dele (a)"
Essa frase só tenta esconder o fato de que não está havendo a expressão do amor. "Amar" só não basta! O sentimento ninguém vê nem sente. "Por isso, o amor que não se expressa não existe
8/10 - Não se contente com pouco e isso não quer dizer que você deva viver em guerra
"Não critique, não acuse, não despeje sua raiva em quem você ama. Converse e tente construir a quatro mãos. Tente, insista. Mas perceba que, depois de esgotar todas as possibilidades e sentindo que não há resposta satisfatória, que não há mais o compromisso do outro, o seu compromisso já está sozinho e, por isso, desfeito", avalia o psicoterapeuta de casais.
9/10 - As emoções flutuam e não são lineares
Aceite que, em um dia, você poderá não estar muito bem, mas que no dia seguinte tudo voltará ao normal. "Aceite que seu parceiro ou parceira, em determinado dia, esteja mais "racional" e que depois voltará a se entregar".
10/10 - É saudável também que o outro nos ajude a cuidar de nosso jardim
"Quando encontramos alguém, permitimos que ele entre em nosso quintal e em nossa casa. Podemos tirar a cerca e unir nossos quintais. É saudável também que o outro nos ajude a cuidar de nosso jardim. A coisa pega, porém, se este arranca nossas roseiras para plantar seus pés de couve", explica Carlos Messa.
"Mesmo no casamento, o 'outro' continua sendo o 'outro', mantém sua individualidade e seu modo de ser, suas idiossincrasias. Respeitá-lo não é nada fácil, principalmente em determinadas situações. É um exercício constante permeado por vários pedidos de desculpa", completa o psicoterapeuta de casais e autor do livro "Laços e nós – A construção de um relacionamento de alta qualidade".
Fonte: Tempo de Mulher
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